Encheu os pulmões de ar, e mergulhou.
A sua cabeça balançava ao som da primavera que a saudava numa aurora bailarina e que decorava o céu negro em tons de rosa e azul. Em passos como caricias de seda marcava uma melodia que ecoava na sua atmosfera, com os olhos arregalados, sem nada e com tudo, que sorriam timidamente em conjunto com os seus lábios, acompanhando o rosado das bochechas.Os seus braços ignorando a gravidade viajavam lentamente pelo vazio, deixando o ar como veludo escapar-lhe por entre os dedos. E suspirava canções, com palavras que lhe percorriam pela pele e não tinha a certeza se tinham sido ainda inventadas.

gostei muito mesmo, está lindo (:
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